iPhone não é Android
No iPhone, recursos de controlo exigem APIs, extensões, grupos de aplicações e aprovação de capacidades específicas. No Android, o acesso a uso e a interrupção pode depender de permissões, políticas da Play Store e comportamentos do fabricante.
Uma página honesta deve apresentar estas diferenças em vez de usar uma promessa única para todos.
Configuração não é proteção
Uma configuração pode mostrar o limite escolhido e o fluxo de oração, mas não prova que o sistema operativo vai interromper uma aplicação real.
A evidência precisa de vir de uma build assinada, num dispositivo físico, com as permissões e extensões correspondentes.
O que deve existir num produto confiável
- Explicação da plataforma e da permissão necessária.
- Indicação clara do que acontece quando a permissão é recusada.
- Desbloqueio de emergência que não depende de pagamento.
- Comportamento fail-open em expiração, falha de rede ou erro de cobrança.
- Mensagens que não afirmam minutos medidos quando só existe configuração local.
Como o Lumi comunica este estado
Lumi pode oferecer uma pausa antes de aplicações escolhidas onde o sistema permite. iOS e Android devem continuar marcados como parciais até existir evidência renovada de dispositivo, política e assinatura.
Isto reduz a surpresa no primeiro uso e protege a confiança da pessoa.
Perguntas para fazer antes de instalar
Qual é a plataforma testada? Qual é a versão do sistema? A aplicação precisa de acesso de uso ou extensão? O que acontece se o fabricante encerrar o processo? Existe uma saída de emergência?
Respostas específicas valem mais do que a frase “bloqueio inteligente”.