PRIVACIDADE

Privacidade em apps de oração com IA: perguntas para fazer

Orações podem incluir relações, saúde, medo, culpa e outras informações pessoais. Antes de escrever algo sensível numa aplicação, vale a pena perceber o que é guardado, por quanto tempo e quem pode processar esse conteúdo.

A memória está ligada por defeito?

Uma aplicação deve explicar se guarda conversas ou intenções automaticamente. Memória opt-in é uma escolha mais clara: a pessoa decide quando uma entrada pode voltar a aparecer no futuro.

“Personalização” não deve ser uma desculpa para guardar tudo.

O áudio é guardado?

Pergunte se uma gravação é enviada para transcrição, se é retida pelo fornecedor e quando é apagada. Texto explicitamente salvo é diferente de áudio temporário usado apenas para entender uma oração.

A resposta deve identificar fornecedores relevantes e não esconder a cadeia de processamento.

Existe exportação e eliminação?

Uma pessoa deve conseguir rever, exportar e apagar os dados que guardou. Eliminar a conta não deve apenas esconder o acesso; deve iniciar a eliminação dos dados associados conforme a política publicada.

Também deve existir um contacto claro para dúvidas de privacidade.

O que acontece com analytics?

Eventos de produto podem medir que uma pausa foi concluída sem guardar o texto da oração. A aplicação deve separar métricas de uso de conteúdo espiritual e permitir recusar analytics não essenciais.

Quanto menos contexto for enviado, menor é o risco caso um sistema externo seja comprometido.

O compromisso do Lumi

Lumi mantém a memória desligada por padrão, trata áudio como temporário no fluxo de transcrição e guarda apenas o que a pessoa escolhe salvar. A oração é privada e o utilizador mantém caminhos de exportação e eliminação.

A política pública e as configurações de fornecedores precisam de continuar alinhadas antes da publicação nas lojas.