A memória está ligada por defeito?
Uma aplicação deve explicar se guarda conversas ou intenções automaticamente. Memória opt-in é uma escolha mais clara: a pessoa decide quando uma entrada pode voltar a aparecer no futuro.
“Personalização” não deve ser uma desculpa para guardar tudo.
O áudio é guardado?
Pergunte se uma gravação é enviada para transcrição, se é retida pelo fornecedor e quando é apagada. Texto explicitamente salvo é diferente de áudio temporário usado apenas para entender uma oração.
A resposta deve identificar fornecedores relevantes e não esconder a cadeia de processamento.
Existe exportação e eliminação?
Uma pessoa deve conseguir rever, exportar e apagar os dados que guardou. Eliminar a conta não deve apenas esconder o acesso; deve iniciar a eliminação dos dados associados conforme a política publicada.
Também deve existir um contacto claro para dúvidas de privacidade.
O que acontece com analytics?
Eventos de produto podem medir que uma pausa foi concluída sem guardar o texto da oração. A aplicação deve separar métricas de uso de conteúdo espiritual e permitir recusar analytics não essenciais.
Quanto menos contexto for enviado, menor é o risco caso um sistema externo seja comprometido.
O compromisso do Lumi
Lumi mantém a memória desligada por padrão, trata áudio como temporário no fluxo de transcrição e guarda apenas o que a pessoa escolhe salvar. A oração é privada e o utilizador mantém caminhos de exportação e eliminação.
A política pública e as configurações de fornecedores precisam de continuar alinhadas antes da publicação nas lojas.